24/07/2016

Feira da Saúde melhora qualidade de vida em Atílio Vivacqua

Atividades relacionadas à saúde e à sustentabilidade foram realizadas pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), de Santa Catarina, e pela Universidade Estácio de Sá (UNESA), do Rio De Janeiro. As ações aconteceram na praça Filocreto Alves de Araújo, no Centro de Atílio Vivacqua, e na zona rural do município.

Na praça central da cidade e no distrito de Flecheiras, rondonistas da UNIVALI promoveram a Feira da Saúde para a orientação da população sobre medidas para prevenção de doenças e para a melhoria da qualidade de vida. Foi aferida a pressão e medida a taxa de glicose de quem passava no local.

Aparecida Mangifeste é moradora de Atílio Vivacqua há 13 anos e conta que já participou de cinco oficinas do Projeto Rondon. “Eu trabalho como merendeira e pretendo repassar meu conhecimento para as crianças por meio do alimento. Quero que elas tenham uma alimentação mais saudável”, relata.

 

A estudante de nutrição da UNIVALI, Estefani Scherer, preparou quatro receitas saudáveis para a população: um muffin de beterraba, uma bala de gelatina para diabéticos, dadinhos de tapioca para hipertensos e uma geleia de casca de laranja. A rondonista entregou ainda um folder com dicas de alimentação e com as receitas preparadas.

Segundo a estudante, a receptividade da população foi boa e muitos participantes disseram que, certamente, irão reproduzir as receitas para a família. No caso das merendeiras, elas pretendem levar as receitas para as escolas.

 

Saneamento Básico

Outra ação realizada pela equipe de rondonistas de Atílio Vivacqua foi a construção de uma fossa ecológica na casa de um produtor rural do município. Por ser uma liderança, José Bernardino da Silva foi o contemplado pela ação. Para os rondonistas da UNESA, o agricultor cumprirá o papel de ser um multiplicador da experiência proporcionada pelo Projeto Rondon.

O secretário de Agricultura de Atílio Vivacqua, Márcio Menon, destaca que o saneamento básico é um problema grave no município e no Estado do Espírito Santo. “Nós temos várias propriedades que têm nascentes de rios, mas elas estão contaminadas”, ressalta. Menon ainda destaca que a fossa é um mecanismo sustentável para solucionar o problema de saneamento na zona rural, pois evita a contaminação do solo e das águas subterrâneas que podem causar doenças.

Suenne Riguette, professora da UNESA e uma das coordenadoras da ação, conta que a equipe do Rio de Janeiro preparou panfletos com o passo a passo para a construção da fossa. O material foi feito à mão e com uso de desenhos para tornar a linguagem mais simples e, dessa forma, atingir mais facilmente a população.

Texto: Fernanda Penteado

Foto: Thanile Ratti  

Fonte: Com Soc UEPG

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