22/12/2016

Rondonistas contam suas expectativas a menos de um mês da Operação Tocantins

O sucesso de uma operação da magnitude da Operação Tocantins depende de muito planejamento e organização das atividades a serem desenvolvidas. Por isso, as 33 Instituições de Ensino Superior (IES) selecionadas para participar desta operação do Projeto Rondon já estão em fase de preparação das atividades há algum tempo. Esta etapa preparatória é marcada por dúvidas, incertezas, vontades e expectativas por parte dos rondonistas – professores e universitários responsáveis por levar seus conhecimentos às comunidades atendidas pela operação.

Cerca de 95% dos rondonistas não conhecem o estado do Tocantins. Por isso, durante a preparação, é normal que os rondonistas sintam-se ansiosos em relação ao que vão encontrar durante a operação. Vindos, principalmente, de IES das regiões Sul e Sudeste, grande parte deles vive realidades diferentes das encontradas nas cidades e pequenas comunidades em que a Operação Tocantins irá atuar.

 

Rodrigo Soares Mendes, 27 anos, estuda Engenharia de Produção no Centro Universitário La Salle do Rio de Janeiro. Ele atuará em atividades de promoção do empreendedorismo, liderança e negociação, administração e sustentabilidade. Segundo Rodrigo, participar de uma operação do Projeto Rondon é uma oportunidade de conhecer melhor suas limitações, além da possibilidade de conhecer novas culturas. A expectativa é de encontrar boas audiências durante as oficinas, para que a troca de informações seja a maior possível. Com vontade de deixar algum legado na comunidade em que atuarão, mesmo lidando com uma comunidade humilde, o universitário espera “quebrar o paradigma de que somos melhores e mostrar que, com vontade e dedicação, todos podem chegar bem longe”, assegura.

 

   Rodrigo Mendes Soares, La Salle - RJ

Mais acostumada às operações do Projeto Rondon, Ana de Almeida Ribeiro, 66 anos, é professora do curso de Pedagogia na PUC-Rio. A Operação Tocantins é a segunda operação de que ela participa, depois de ter integrado a Operação Itacaiúnas, no Pará. A experiência, no entanto, não diminui o ímpeto de trabalhar em prol das atividades que seu grupo está preparando. Além de compartilhar suas experiências e coordenar o grupo de alunos de que é responsável, Ana realizará oficinas de bordado com mães e senhoras atendidas pelo CRAS, em Pindorama do Tocantins. Tendo participado da viagem precursora, em que os professores das 33 IES participantes viajaram ao Tocantins para conhecer os municípios e garantir as condições para o sucesso da operação, Ana é otimista. Ela afirma que o contato com os gestores locais tem sido produtivo e que, durante a viagem precursora, sentiram boa aceitação nas comunidades. “Diante disto, penso que a operação tem tudo a favor para que tenhamos sucesso”, pondera.

Um dos pilares do Projeto Rondon é propiciar aos universitários de todo o país uma vivência que contribua para sua formação profissional e para sua noção de cidadania e patriotismo. Através do contato com realidades distintas da sua, o universitário amplia sua visão de mundo e enriquece suas perspectivas sociais. A expectativa de Aline Meneghetti, 27 anos, estudante de Medicina Veterinária na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é exatamente por este crescimento pessoal. “O projeto Rondon proporciona uma experiência transformadora, capaz de mudar a perspectiva de vida e a forma que enxergamos o mundo”, acredita Aline. Responsável pelas oficinas Casa da Dengue, Controle de Zoonoses e Esporte Educacional, a universitária, de Canoas (RS), atuará na cidade de Marianópolis do Tocantins, município com aproximadamente 4.500 habitantes. Os contrastes sociais são o que motivam Aline: “aprender com ela [a comunidade] e vivenciar a importância desta troca, me parece enriquecedor”.

                Aline Meneghatti, da UFRGS

Bruna Melo Santos, 22 anos, estudante de História da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), sempre teve vontade de conhecer novas realidades e da intenção de que o conhecimento acadêmico vá além dos limites da universidade. Mesmo sem saber ao certo o que era o Projeto Rondon, motivada por estes desejos, ela se candidatou para integrar o grupo da UNICAMP, que faz parte do Conjunto A da operação e atuará em Silvanópolis. Agora, integrada e empolgada com as ações a serem desenvolvidas pela equipe, Bruna deseja encontrar pessoas “abertas para essa experiência, para fortalecer ainda mais a animação que estamos cultivando aqui, preparando tudo”. Mulher, vinda da região Sudeste e sem nunca ter estado no Tocantins, Bruna é exemplo do perfil preponderante entre os rondonistas. E ela resume o desejo de todos estes voluntários, que aguardam ansiosamente a operação: “é fundamental para qualquer ser humano – independente de profissão e estudo – sair da sua realidade, tentar compreender o outro a partir do que ele é e aprender com ele”.

A Operação Tocantins acontece entre os dias 20 de janeiro e 05 de fevereiro de 2017 e contará com a participação de 33 IES e 330 rondonistas, que atenderão 16 cidades tocantinenses. Toda a cobertura da operação pode ser acompanhada através do site do Projeto Rondon e dos seus canais no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube.

Ansiosos pela Operação Tocantins: Rondonistas de todo o Brasil contam suas expectativas a menos de um mês da viagem

O sucesso de uma operação da magnitude da Operação Tocantins depende de muito planejamento e organização das atividades a serem desenvolvidas. Por isso, as 33 Instituições de Ensino Superior (IES) selecionadas para participar desta operação do Projeto Rondon já estão em fase de preparação das atividades há algum tempo. Esta etapa preparatória é marcada por dúvidas, incertezas, vontades e expectativas por parte dos rondonistas – professores e universitários responsáveis por levar seus conhecimentos às comunidades atendidas pela operação.

Cerca de 95% dos rondonistas não conhecem o estado do Tocantins. Por isso, durante a preparação, é normal que os rondonistas sintam-se ansiosos em relação ao que vão encontrar durante a operação. Vindos, principalmente, de IES das regiões Sul e Sudeste, grande parte deles vive realidades diferentes das encontradas nas cidades e pequenas comunidades em que a Operação Tocantins irá atuar.

Rodrigo Soares Mendes, 27 anos, estuda Engenharia de Produção no Centro Universitário La Salle do Rio de Janeiro. Ele atuará em atividades de promoção do empreendedorismo, liderança e negociação, administração e sustentabilidade. Segundo Rodrigo, participar de uma operação do Projeto Rondon é uma oportunidade de conhecer melhor suas limitações, além da possibilidade de conhecer novas culturas. A expectativa é de encontrar boas audiências durante as oficinas, para que a troca de informações seja a maior possível. Com vontade de deixar algum legado na comunidade em que atuarão, mesmo lidando com uma comunidade humilde, o universitário espera “quebrar o paradigma de que somos melhores e mostrar que, com vontade e dedicação, todos podem chegar bem longe”, assegura.

Mais acostumada às operações do Projeto Rondon, Ana de Almeida Ribeiro, 66 anos, é professora do curso de Pedagogia na PUC-Rio. A Operação Tocantins é a segunda operação de que ela participa, depois de ter integrado a Operação Itacaiúnas, no Pará. A experiência, no entanto, não diminui o ímpeto de trabalhar em prol das atividades que seu grupo está preparando. Além de compartilhar suas experiências e coordenar o grupo de alunos de que é responsável, Ana realizará oficinas de bordado com mães e senhoras atendidas pelo CRAS, em Pindorama do Tocantins. Tendo participado da viagem precursora, em que os professores das 33 IES participantes viajaram ao Tocantins para conhecer os municípios e garantir as condições para o sucesso da operação, Ana é otimista. Ela afirma que o contato com os gestores locais tem sido produtivo e que, durante a viagem precursora, sentiram boa aceitação nas comunidades. “Diante disto, penso que a operação tem tudo a favor para que tenhamos sucesso”, pondera.

Um dos pilares do Projeto Rondon é propiciar aos universitários de todo o país uma vivência que contribua para sua formação profissional e para sua noção de cidadania e patriotismo. Através do contato com realidades distintas da sua, o universitário amplia sua visão de mundo e enriquece suas perspectivas sociais. A expectativa de Aline Meneghetti, 27 anos, estudante de Medicina Veterinária na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é exatamente por este crescimento pessoal. “O projeto Rondon proporciona uma experiência transformadora, capaz de mudar a perspectiva de vida e a forma que enxergamos o mundo”, acredita Aline. Responsável pelas oficinas Casa da Dengue, Controle de Zoonoses e Esporte Educacional, a universitária, de Canoas (RS), atuará na cidade de Marianópolis do Tocantins, município com aproximadamente 4.500 habitantes. Os contrastes sociais são o que motivam Aline: “aprender com ela [a comunidade] e vivenciar a importância desta troca, me parece enriquecedor”.

Bruna Melo Santos, 22 anos, estudante de História da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), sempre teve vontade de conhecer novas realidades e da intenção de que o conhecimento acadêmico vá além dos limites da universidade. Mesmo sem saber ao certo o que era o Projeto Rondon, motivada por estes desejos, ela se candidatou para integrar o grupo da UNICAMP, que faz parte do Conjunto A da operação e atuará em Silvanópolis. Agora, integrada e empolgada com as ações a serem desenvolvidas pela equipe, Bruna deseja encontrar pessoas “abertas para essa experiência, para fortalecer ainda mais a animação que estamos cultivando aqui, preparando tudo”. Mulher, vinda da região Sudeste e sem nunca ter estado no Tocantins, Bruna é exemplo do perfil preponderante entre os rondonistas. E ela resume o desejo de todos estes voluntários, que aguardam ansiosamente a operação: “é fundamental para qualquer ser humano – independente de profissão e estudo – sair da sua realidade, tentar compreender o outro a partir do que ele é e aprender com ele”.

A Operação Tocantins acontece entre os dias 20 de janeiro e 05 de fevereiro de 2017, é formada por 33 IES, 330 rondonistas e atenderá 16 cidades tocantinenses. Toda a cobertura da operação pode ser acompanhada através do site do Projeto Rondon e dos canais do Rondon no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube.

 

Sugestão de legendas:

Foto 1 – Rodrigo Mendes Soares integra a equipe da La Salle do Rio de Janeiro, que atuará no Conjunto B na cidade de Ponte Alta do Tocantins.

Foto 2 – Bruna (à direita, de óculos) com a equipe da UNICAMP. Expectativa e preparação.

Foto 3 – Aline Meneghatti, da UFRGS, é responsável pelas oficinas Casa da Dengue, Controle de Zoonoses e Esporte Educacional, em Marianópolis do Tocantins.

Ansiosos pela Operação Tocantins: Rondonistas de todo o Brasil contam suas expectativas a menos de um mês da viagem

O sucesso de uma operação da magnitude da Operação Tocantins depende de muito planejamento e organização das atividades a serem desenvolvidas. Por isso, as 33 Instituições de Ensino Superior (IES) selecionadas para participar desta operação do Projeto Rondon já estão em fase de preparação das atividades há algum tempo. Esta etapa preparatória é marcada por dúvidas, incertezas, vontades e expectativas por parte dos rondonistas – professores e universitários responsáveis por levar seus conhecimentos às comunidades atendidas pela operação.

Cerca de 95% dos rondonistas não conhecem o estado do Tocantins. Por isso, durante a preparação, é normal que os rondonistas sintam-se ansiosos em relação ao que vão encontrar durante a operação. Vindos, principalmente, de IES das regiões Sul e Sudeste, grande parte deles vive realidades diferentes das encontradas nas cidades e pequenas comunidades em que a Operação Tocantins irá atuar.

Rodrigo Soares Mendes, 27 anos, estuda Engenharia de Produção no Centro Universitário La Salle do Rio de Janeiro. Ele atuará em atividades de promoção do empreendedorismo, liderança e negociação, administração e sustentabilidade. Segundo Rodrigo, participar de uma operação do Projeto Rondon é uma oportunidade de conhecer melhor suas limitações, além da possibilidade de conhecer novas culturas. A expectativa é de encontrar boas audiências durante as oficinas, para que a troca de informações seja a maior possível. Com vontade de deixar algum legado na comunidade em que atuarão, mesmo lidando com uma comunidade humilde, o universitário espera “quebrar o paradigma de que somos melhores e mostrar que, com vontade e dedicação, todos podem chegar bem longe”, assegura.

Mais acostumada às operações do Projeto Rondon, Ana de Almeida Ribeiro, 66 anos, é professora do curso de Pedagogia na PUC-Rio. A Operação Tocantins é a segunda operação de que ela participa, depois de ter integrado a Operação Itacaiúnas, no Pará. A experiência, no entanto, não diminui o ímpeto de trabalhar em prol das atividades que seu grupo está preparando. Além de compartilhar suas experiências e coordenar o grupo de alunos de que é responsável, Ana realizará oficinas de bordado com mães e senhoras atendidas pelo CRAS, em Pindorama do Tocantins. Tendo participado da viagem precursora, em que os professores das 33 IES participantes viajaram ao Tocantins para conhecer os municípios e garantir as condições para o sucesso da operação, Ana é otimista. Ela afirma que o contato com os gestores locais tem sido produtivo e que, durante a viagem precursora, sentiram boa aceitação nas comunidades. “Diante disto, penso que a operação tem tudo a favor para que tenhamos sucesso”, pondera.

Um dos pilares do Projeto Rondon é propiciar aos universitários de todo o país uma vivência que contribua para sua formação profissional e para sua noção de cidadania e patriotismo. Através do contato com realidades distintas da sua, o universitário amplia sua visão de mundo e enriquece suas perspectivas sociais. A expectativa de Aline Meneghetti, 27 anos, estudante de Medicina Veterinária na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é exatamente por este crescimento pessoal. “O projeto Rondon proporciona uma experiência transformadora, capaz de mudar a perspectiva de vida e a forma que enxergamos o mundo”, acredita Aline. Responsável pelas oficinas Casa da Dengue, Controle de Zoonoses e Esporte Educacional, a universitária, de Canoas (RS), atuará na cidade de Marianópolis do Tocantins, município com aproximadamente 4.500 habitantes. Os contrastes sociais são o que motivam Aline: “aprender com ela [a comunidade] e vivenciar a importância desta troca, me parece enriquecedor”.

Bruna Melo Santos, 22 anos, estudante de História da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), sempre teve vontade de conhecer novas realidades e da intenção de que o conhecimento acadêmico vá além dos limites da universidade. Mesmo sem saber ao certo o que era o Projeto Rondon, motivada por estes desejos, ela se candidatou para integrar o grupo da UNICAMP, que faz parte do Conjunto A da operação e atuará em Silvanópolis. Agora, integrada e empolgada com as ações a serem desenvolvidas pela equipe, Bruna deseja encontrar pessoas “abertas para essa experiência, para fortalecer ainda mais a animação que estamos cultivando aqui, preparando tudo”. Mulher, vinda da região Sudeste e sem nunca ter estado no Tocantins, Bruna é exemplo do perfil preponderante entre os rondonistas. E ela resume o desejo de todos estes voluntários, que aguardam ansiosamente a operação: “é fundamental para qualquer ser humano – independente de profissão e estudo – sair da sua realidade, tentar compreender o outro a partir do que ele é e aprender com ele”.

A Operação Tocantins acontece entre os dias 20 de janeiro e 05 de fevereiro de 2017, é formada por 33 IES, 330 rondonistas e atenderá 16 cidades tocantinenses. Toda a cobertura da operação pode ser acompanhada através do site do Projeto Rondon e dos canais do Rondon no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube.

 

Sugestão de legendas:

Foto 1 – Rodrigo Mendes Soares integra a equipe da La Salle do Rio de Janeiro, que atuará no Conjunto B na cidade de Ponte Alta do Tocantins.

Foto 2 – Bruna (à direita, de óculos) com a equipe da UNICAMP. Expectativa e preparação.

Foto 3 – Aline Meneghatti, da UFRGS, é responsável pelas oficinas Casa da Dengue, Controle de Zoonoses e Esporte Educacional, em Marianópolis do Tocantins.

Fonte: Comunicação Social UNIVALI

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