26/10/2017

Discursos de autoridades marcam abertura do III Congresso Nacional do Projeto Rondon

A abertura oficial do III Congresso Nacional do Projeto Rondon aconteceu ontem, no auditório da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB). O evento começou às 10h20 e durou pouco menos de duas horas. Representantes da Universidade de Brasília (UnB) e do Ministério da Defesa, autoridades militares, e rondonistas (professores e universitários) de todo o país estiveram presentes.

 O congresso tem como objetivo aprimorar e debater ações para o Rondon, com mesas de conversas e apresentações de projetos. “Que possamos pensar no passado, presente e futuro do projeto, baseando-se sempre nos ideais de Marechal Rondon”, reforçou o Coordenador Geral do Projeto Rondon, o Brigadeiro de Infantaria Augusto Cesar Amaral. Para Márcia Abrahão, reitora da UnB, é uma honra sediar este evento.

 

Michael Maciel, 19, é da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e viajou 33 horas para chegar. “Foi cansativo mas está valendo a pena!”, disse, animado. Os rondonistas da UDESC estão alojados na comunidade da Estrutural e vêm desenvolvendo ações sociais por lá. “O congresso vai ser mais do que as palestras e debates que ocorrem aqui. Chegamos no sábado e, desde então, a gente pôde trocar experiências com as pessoas da escola onde estamos, como se estivéssemos em uma missão”, completa.

 

Para Iracilda Pimentel, Diretora de Desenvolvimento e Integração Regional do Decanato de Extensão da UnB e responsável pelo projeto na instituição, “ser rondonista é ser feliz! Não existem ex-rondonistas, todos os participantes são rondonistas para sempre!”. Iracilda aproveitou a sua fala para, juntamente com os demais representantes da UnB, divulgar a 30ª edição da revista Participação, focada nas atuações do Projeto Rondon.

 

Rondon em números

 

Após a cerimônia solene, o Brigadeiro Amaral apresentou o Projeto Rondon aos presentes, mostrando dados que comprovam o avanço ocorrido nos últimos anos. “O que eu sinto em relação ao Projeto Rondon é que ele está ganhando cada vez mais experiência”. Disse também que a ampliação e melhora das missões dependem de investimentos do governos e patrocínios externos. “Precisamos de um reconhecimento do Governo e da sociedade global. Precisamos que eles participem mais.”

 

Fruto de ação interministerial do Governo Federal, em parceria com estados e municípios, o Projeto Rondon teve a sua primeira missão realizada em julho de 1967 e seguiu sem interrupções até 1989, quando teve suas atividades encerradas. Voltou apenas em 2005 e, desde então, já foram realizadas 78 operações em 1.164 municípios de 24 estados, com 21.935 rondonistas (estudantes e professores) de 2.219 IES, atingindo cerca de 2 milhões de pessoas.

 

Ao final do discurso de abertura do congresso, o Brigadeiro Amaral agradeceu a oportunidade de participar deste evento e do projeto como um todo. “Que tenhamos sucesso em nossas próximas atividades!”. 

 

Texto: Marcos Miranda

Foto: Graziele Jardim

Fonte: Coordenação-Geral do Projeto Rondon

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